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Postada em 07/12/2016 ás 10h22 - atualizada em 07/12/2016 ás 10h23
Escolas públicas do DF disputam prêmio para projetos de saneamento
Finalistas — como a Escola Classe 15 de Ceilândia — chegam à última etapa, na quinta (8), com apresentação sobre os trabalhos. Concurso é da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental em parceria com órgãos do governo de Brasília.
Escolas públicas do DF disputam prêmio para projetos de saneamento

Os alunos desenvolvem um projeto de sustentabilidade dividido em cinco frentes, uma delas é a horta escolar. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

Cinco unidades de ensino público do Distrito Federal são finalistas do concurso Saneamento nas escolas: nós fazemos. A última etapa — de apresentação do projeto de cada concorrente — será disputada na quinta-feira, às 14 horas, no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do DF (na SGAS Quadra 901, conjunto D – Asa Sul).



O júri será formado por órgãos do governo de Brasília, parceiros do certame, e pela organizadora, a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental do DF (Abes).



Entre as classificadas para a fase final, a Escola Classe 15 de Ceilândia desenvolveu um projeto dividido em cinco frentes: posto de coleta de óleo, horta escolar, coleta seletiva, prevenção da dengue e identificação de vazamento. “A gente foca no mais primordial, que é a criança. Aí, ela leva para casa o conhecimento e vira uma multiplicadora, passa a informação, conscientiza”, destaca o diretor da unidade, Ricardo Koziel.



"A gente foca no mais primordial, que é a criança. Aí, ela leva para casa o conhecimento e vira uma multiplicadora, passa a informação, conscientiza"Ricardo Koziel, diretor da Escola Classe 15 de Ceilândia


Para isso, os alunos iniciaram campanhas a fim de conscientizar sobre os malefícios do descarte incorreto do óleo de cozinha e incrementaram o trabalho na horta da escola. “Incluímos a criação da composteira, para que os alunos tenham noção do reaproveitamento”, acrescenta Koziel.



Como a unidade, que tem 450 alunos do 1º ao 5º ano, funciona em período integral, havia muito descarte de restos — como cascas de frutas e verduras — que agora são destinados para a compostagem. “Aprendemos mais nas oficinas, trabalhando na horta, não apenas dentro da sala de aula”, avalia Isabelle Lopes, 10 anos, do 5º ano.



O engajamento nos projetos também incentiva Lunna Alves, 11 anos, 5º ano, nas atividades escolares: “É um modo descontraído, não tem a tensão da sala de aula. É mais fácil estudar assim”.



A Escola Classe 15 de Ceilândia concorrerá com o Centro de Ensino Fundamental 01 do Riacho Fundo II, a Escola Classe Monjolo, o Centro de Ensino Fundamental 02 de Brazlândia e o Centro Educacional Agrourbano Ipê.



"É um modo descontraído (de aprender), não tem a tensão da sala de aula. É mais fácil estudar assim"Lunna Alves, aluna do 5º ano da Escola Classe 15 de Ceilândia


A proposta do concurso, que tem o objetivo de melhorar o saneamento básico com educação ambiental e mobilização da comunidade escolar, é que as unidades façam um diagnóstico no ambiente interno e no entorno. Assim, a partir dessa análise, os alunos e servidores devem se dedicar a ações para melhorar os pontos identificados.



Para dar continuidade às propostas do projeto apresentado no concurso, a escola vencedora ganhará R$ 10 mil. O segundo lugar receberá R$ 5 mil; o terceiro, R$ 3 mil e o quarto, R$ 2 mil. Da 5ª à 10ª posição, o prêmio será de R$ 1 mil. A premiação é patrocinada pela Caixa Econômica Federal.



O Centro Educacional 04 de Sobradinho, o Centro de Ensino Fundamental 213 Santa Maria, a Escola Classe Colônia Agrícola Vicente Pires, a Escola Classe 100 de Santa Maria e o Centro de Criatividade Infanto-Juvenil são os classificados de 5º ao 10º lugar.



R$ 10 milValor da premiação para a escola vencedora


Na quinta-feira (8), a comissão julgadora definirá os vencedores entre os cinco primeiros finalistas com base na apresentação, que é a terceira e última etapa. “Cada um terá 10 minutos para apresentar, e vale tudo, dançar, cantar, usar vídeo, mas o tempo é rígido. Alunos e professores podem participar, mas vai ser cronometrado”, explica a arquiteta Andrea Portugal, membro do Comitê de Resíduos Sólidos da Abes-DF.



Na primeira etapa, o júri avaliou os critérios técnicos, ou seja, se as escolas cumpriram as exigências do edital. Na segunda, a análise foi qualitativa.



Fazem parte da comissão julgadora, representantes da Secretaria de Educação, do Conselho de Educação do DF, da Universidade de Brasília (UnB), da Abes-DF, do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU), da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) e da Caixa Econômica Federal.



A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) também são parceiras da iniciativa.



Apresentação e premiação do concurso Saneamento nas escolas: nós fazemos



Em 8 de dezembro (quinta-feira)



Às 14 horas



No auditório do Crea-DF (SGAS Quadra 901, conjunto D – Asa Sul)


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